terça-feira, 13 de setembro de 2011

A TPM em mim!

Era começo de noite e a única certeza que tive é que não deveria ter saído da cama pela manhã naquele dia - a TPM havia chegado despercebida.
Comecei o dia acordando tarde, resolvendo algumas coisas...até aí tudo bem. Não estava com muita fome, mas comi sem vontade e saí de casa. A companhia me deu bolo e tive que encarar um caminho longo, sozinha no carro. Queria conversar, colocar o papo em dia e nada.
Cheguei ao destino, deixei o carro no estacionamento - não na rua, para maior segurança - e fui feliz para o tal evento, chegando lá nem tudo foi bom como eu esperava e me frustrei de um jeito que comecei a ficar triste e irritada ali mesmo. Umas amigas chegaram depois de mim, e coitadas, só fizeram parte do meu desanimo - apesar de tentar, eu realmente tinha sido nocauteada pelas informações que recebi no evento, das quais impossibilitariam planos tão desejados.
Depois de um café confortável com as amigas e um papo gostoso, seguimos para a saída e às despedidas. Quando cheguei ao meu carro, SURPRESA! Haviam batido na porta, virgem de amassados até então. Preferia um soco na cara! Fiquei tããão triste, comecei a chorar na hora...porque, meu carrinho lindo, bem cuidado e novo, amassado? A sorte, foi que a barbeira em questão, se redimiu com um bilhetinho no para-brisas com o nome e o telefone - UFA!
Sai do estacionamento rumo a minha casa...e nos 30 minutos de volta, chorei. De frustração e medo de não conseguir realizar meus planos por falta de grana, por raiva da pessoa que bateu no meu carro (mesmo tendo deixado o bilhetinho) e por outros motivos, que nem eu sei!
Já em casa, mas ainda chorando, falei sobre a batida e meu pai resolveu o problema ligando para a pessoa do bilhete. Fui pro meu quarto, analisei mais um pouco o material do evento, pra ter certeza que eu estava cagada e me joguei na cama, com um edredom me escondendo do "mundo".
Enfim...só quando percebi que continuava chorando sem motivo, é que percebi a TPM...a maledeta tinha chego mesmo. E dessa vez, me deixando sensível demais, porque em outros meses, poderia ficar nervosa, xingando e odiando todo mundo, mas no final ia continuar chorando. Essa sou eu na TPM - ou só sensível ou terrível e melancólica.
O fim da história é que no dia seguinte acordei mais racional (ou normal), pensando nos meus planos de uma outra forma, mas com solução para tudo - sem ter que deixar meus sonhos de lado, como costumo fazer. Conversei com a minha mãe e ela também me deu sábios conselhos, como sempre. E me acalmou ainda mais.
Também percebi que a história do carro não era um problemão, apenas um errinho de percurso, afinal acidentes acontecem - mais palavras da minha mãe.
Mas também né...batida no carro em dia de TPM é sacanagem demais! ;) 

2 comentários:

  1. "A companhia me deu bolo e tive que encarar um caminho longo, sozinha no carro. Queria conversar, colocar o papo em dia e nada."
    Hum...

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  2. Com ou sem TPM, eu ia chorar até não poder mais, amiga! hehe Mas agora já está tudo resolvido, e eu prometo que divido com você meu prêmio da mega-sena da semana que vem, ok?

    Te amooo!!! E chora mesmo, dá um alívio incrível!

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